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WELCOME !
Ah, se eu pudesse abrir a minha cabeça, colocar tudo para fora. Arrumar tudo direitinho como quem arruma uma gaveta. Ou tomar um banho de chuveiro por dentro.
Não sei me despedir de você.
Já aconteceu de eu quase chorar por ter tropeçado na rua, por uma coisa à-toa. É que, dependendo da dor que você traz dentro, dá mesmo vontade de aproveitar a ocasião para sentar no fio da calçada e chorar como se tivéssemos sofrido uma fratura exposta.
(Source: maannddaaa, via tumblrgym)
Odeio profundamente não saber o que fazer.
(Source: monnalizando, via jujubosa)
É tanta coisa na cabeça que de vez em quando a gente se pergunta: é isso mesmo que quero? Afinal, quem sou eu? O que estou fazendo da minha vida? Estou dando atenção para as coisas certas? Estou gastando energia no que realmente importa? Estou dando a devida atenção para quem gosta de mim? A gente fica nesse mar de perguntas e nada até encontrar uma resposta.
Quem ama de verdade, vê muito mais do que só a aparência. Vê a essência.
Eu tenho ciúmes de quando alguém chega perto de você, de quando falam contigo. Eu tenho ciúmes de quando alguém te faz sorrir, tenho ciúmes quando você finge não se importar comigo, falando com os outros. Tenho ciúmes, porque eu tenho medo. Medo de quê você se interesse por alguém. Alguém que, talvez, possa ser melhor eu.
Tive um vizinho que gritava com a namorada ao telefone, sem se importar que o prédio inteiro ouvisse: “Não sei o que fazer! Fico mal contigo e fico mal sentigo!”. Sempre achei essa situação desoladora, e nem estou falando do português do sujeito. É duro ter apenas duas alternativas (ficar ou ir embora) e ambas serem terríveis.
Nasceu com ciúmes
Viveu com ciúmes.
Morreu de ciúmes.
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